A crise dos planos de saúde

 

De acordo com a última pesquisa realizada pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), em 2018, mais de 3 milhões de brasileiros foram obrigados a deixarem os planos de saúde. Esse fato se deve, principalmente, aos aumentos consecutivos das mensalidades, acima da média da inflação, e ao desemprego ocasionado pela crise econômica pela qual o país passa. Atualmente, no Brasil, a maior parte dos beneficiários possuem convênios empresariais, oferecidos pelos empregadores.

Aumentos consecutivos e restrições

O último levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC)
indicou que 69,7% da população não tem plano de saúde. Nas classes C, D e E, esse número aumenta para 77%. Tendo em vista estas estatísticas, as pessoas que fazem parte destas classes sociais, que ainda mantêm um plano de saúde, precisam se esforçar ao máximo para não comprometerem ainda mais o seu orçamento com os reajustes e com as inúmeras restrições praticadas pelos planos.

Alternativa

Após sair do seu emprego formal em uma universidade que oferecia o benefício do plano de saúde coparticipativo, em Ipatinga, para atuar como freelancer, a jornalista Andressa Moreira conta que precisou recorrer à dobradinha clínica popular + SUS para dar prosseguimento aos cuidados com a saúde. “Hoje, é impossível bancar um plano de saúde. Além de as mensalidades serem bem caras, elas não param de aumentar e o rol de serviços é cada vez mais restrito. Recentemente, fiz um orçamento com um corretor e o plano coparticipativo para a minha faixa etária custava mais de R$ 350 e possuía diversas carências que inviabilizavam procedimentos e exames que eu precisava fazer.

Por isso, fui obrigada a buscar por outras soluções mais econômicas que apresentassem o melhor custo benefício possível. Foi aí que descobri as clínicas populares. E mais: descobri que eu poderia consultar nessas clínicas que praticam os menores preços, pagando menos ainda, utilizando um cartão de descontos”. A jornalista conta que, além das consultas médicas, também tem acesso a descontos em consultas com dentistas e em exames laboratoriais e de imagem e que recorre ao
SUS somente em casos de emergência. Com isso, conseguiu manter o cuidado com a saúde, comprometendo muito pouco da sua renda mensal.

Melhor custo benefício

Casos como o de Andressa são cada vez mais frequentes no Brasil. Por isso, os brasileiros buscam por alternativas menos onerosas e que forneçam soluções de qualidade, como é o caso do Clube de Vantagens da Família, um cartão de descontos que tem como objetivo proporcionar às pessoas inclusão social por meio do acesso a serviços básicos essenciais, pelos menores preços. Com ele, o filiado paga uma mensalidade no valor de R$ 26,90 e tem acesso a consultas médicas com clínico geral por R$ 35 e com especialista por R$ 55, sem longas filas e espera prolongada. Além disso, o cartão viabiliza descontos em cursos, universidades, hotéis, parques, entre uma gama enorme de opções em educação e lazer.

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